Uma onda cheio de estilo invadiu as cidades e o gosto de todos amantes de um bom visual. As barbearias, que à uns anos atrás era coisa apenas para homens muito elegantes e mais de idade, hoje conquista seu espaço no coração de quem quer um tratamento especial na hora de cortar a juba e barba.
Aqui na minha cidade foi uma onda só! E não pense que você verá aquela mulherada papeando a novela do dia, revistas de maquiagem e aquele cheiro de progressiva. As Barber Shops atingiram um público que quer algo mais sóbrio, masculino e cheio de charme.
Separei três barbearias que merecem destaque aqui em Taubaté. Além de oferecer cortes com alta qualidade, elas também mostram um lado da cultura máscula do homem. Cervejas, tatuagem e rock n' roll é um dos diferenciais dela.
A Barbearia Vip foi uma das pioneiras nesse estilo vintage de tratar os cliente. O barbeiro Adalberto Fernandes é quem comanda as coisas por lá, e se deixar, você sai com um visual e um amigo novo. Cheio de papo e loucuras, você com certeza estará em boas mãos.
Já na Hominis Barber Shop, você não vai apenas fazer uma mudança capilar. Você encontra uma loja de roupas alternativas e carregadas de moda e tendências do mercado masculino. Um espaço amplo que você relaxa e curte o momento para aliviar o estresse do dia a dia. Vai uma cerveja a�
Pra fechar a lista, que tal dar uma passada na Classic BarberShop? Com um conceito bem singular e com um atendimento bem cool, você vai querer passar horas no barbeiro, jogar um bilhar, brindar uma cerveja e claro, dar um tapa maneiro no visual. Os caras lá arrebentam quando o quesito é barba, cabelo e bigode.
É claro que, obviamente, você não vai pagar o mesmo que paga nos salões de bairro, maaas você não está pagando só a questão do serviço. É um estilo de vida, digamos assim. Você paga o atendimento, a qualidade, o ambiente, a comodidade. Os cortes nessas barbearias que falei variam de R$30,00 à R$50,00 e, falo de experiência própria, vale cada centavo.
Dica dada, pé no caminho ;) até o próximo post.
Pensa comigo: quando você vai passar um final de semana no interior, geralmente você pensa em um lugar pacato, tranquilo e, às vezes chega a ser assustador de tão entediante que pode ser.
É claro que cada um mostra um lado que vê sobre o lugar que está visitando e, já que é assim, eu vim mostrar aqui umas dicas minhas para curtir um final de semana legal aqui onde eu moro, Taubaté, a capital nacional da literatura infantil pode ser muito mais divertida e ir além de SÃtio e Paisagens turÃsticas. Hoje, diretamente, quis separar alguns lugarzinhos da vida noturna de Taubaté, como se fosse um mochilão para poder curtir uma noite divertida com os amigos na cidade.

1ª Parada (E última também) - Se você chegar por aqui e perguntar à qualquer um onde posso começar a me divertir nas noites da semana e dos fins também, com certeza uma boa parte fará menção à famigerada Avenida Itália, que é localizada num bairro bem badalado da cidade.
Nela é possÃvel experimentar diversas formas de diversão, mas eu, particularmente, indico começarem por um lugar não tão chamativo e um pouco mais aconchegante. O Vips 24h é uma conveniência misturada com barzinho. Você pode curtir altas cervejas muito loucas até a mais tradicional barra de chocolate. É um lugar ótimo para começar o esquenta e perfeito para tomar um café num after balada.
2ª Parada - Eu sei que aqui é uma cidade cheeeia de universitários e, às vezes, a gente quer é mais tomar um litrão, jogar conversa fora e, o mais importante, pagar o preço justo por isso. No Calavera, que é um bar super cool no centro da cidade, você acha porções muito bem servidas, cachaças, cerveja e um povo muito gente fina. Começando pelos donos que fazem questão de atender cada cliente super bem.
O público que frequenta o Calavera é, por sua maioria, universitário. Mas nada impede você de encostar lá e fazer muitas histórias e conhecer gente nova. É um lugar perfeito para fazerem ideias fluÃrem.
3ª Parada - Aqui os rumos se dividem. O que você espera da noite? Uma balada bem Rock n' Roll, uma galera bonita e com muita tradição? Cara, quando se fala em vida baladeira em Taubaté é, praticamente impossÃvel, não se lembrar de Tequila Fever, Porca e Parafuso, Banda Turnê, e muitas outras experiências que a balada que está com muuuuuita história na bagagem tem para oferecer: o Mutley Music Bar.
Eu acho tenho certeza que essa é um tiro certeiro para criar muitas histórias (com garrafas vazias) com geral e, além de ser uma das casas noturnas com maior tempo de vida na cidade, é um lugar onde você consegue curtir Pop, eletro e rock acompanhado de bons drinks e com uma equipe super bem treinada.
4ª Parada - A gente sabe que tem dia que a gente está disposto à fazer check-in no meio da pista de dança. Para isso, passaporte comprado para o La Casa? Eu já falei dele aqui no blog, se você não lembra, clica aqui e dá uma olhada. Mas desde o dia que eu escrevi o primeiro texto (Fevereiro de 2015) a casa se transformou.
Hoje, o La Casa é uma opção para quem quer, realmente, viver uma noite inesquecÃvel. Você tem um espaço muito maior, bem decorado (o que rende boas fotos), drinks num preço super acessÃvel, um jardim maravilhoso para revigorar as energias depois de lacrar na pista com as melhores músicas e, ainda tem uma área Gourmet comandada pelo Chef Cláudio Godoy. Realmente, uma noite completa.
Ufa, acho que depois da noite inteira curtindo a cidade é bom mesmo passar no Marcado Municipal, comer um pastel de flango e ir dormir. Taubaté não é nada boring. E você, o que me dá de dica da sua cidade?
Não é de hoje, e quem me conhece vai saber confirmar, que eu sou levemente tendencioso quando falamos sobre cultura de paÃses. Apaixonado sou por diversas delas, simplesmente pelo fato que é incrÃvel ver diversos pontos de uma mesma coisa visto por povos diferentes.
A morte é uma delas. Quem já ficou com um frio na barriga só de pensar nisso levanta a mão?! Pois é! Não é um assunto muito fácil, é bem delicado. Mas desde 2011, mais ou menos, eu tenho estudado um pouco sobre a morte e como diferentes paÃses lidam com ela.
Aqui no Brasil, é muito comum que sejam velados os corpos dos nossos entes queridos e que todo os 2 de novembros façamos visitas ao túmulo, fazendo com que possamos orar para que a alma de quem queremos esteja em bom lugar. Uma data fúnebre, com poucas cores e repleta de sentimentos pesados.
Em partes eu até concordo, é uma data de relembrar os que se foram, foi criada pensando nisso. Mas algo na cultura de um paÃs da América do Norte me fascina muito: o México.
Em 2 de Novembro na verdade é celebrado desde 31 de outubro, o Dia de los Muertos é celebrado bem diferente do que aqui no Brasil. Cores, festa, lembranças boas, bem como as energias.
Para quem nunca assistiu, já fica a dica para ver a animação The Book of Life, de 2014 e dirigida por Jorge R. Gutierrez, retrata de maneira fantasiosa a grande sacada que é a celebração e a cultura aos mortos. A maneira carinhosa de mantermos todos na "Terra dos Lembrados".
Junto com essas celebrações, existe uma figura um pouco já conhecida por nós e que está sempre presente em decorações, tatuagens, festas de halloween... a Caveira Mexicana, que na verdade é La Catrina. Ela faz referência ao feminino da palavra catrÃn, que significa homem elegante e bem vestido.
Apesar de criada em 1903, por José Guadalupe Posada, só foi batizada com o nome 40 anos depois por Diego Riviera.
Tá, mas e aà Thiago? Bom, ela não passa de uma figuração de uma gigantesca critica social que eu, realmente queria que vocês pensassem hoje: Na época, os astecas esqueceram suas origens indÃgenas, cobrindo-se de tecidos coloridos, luxuosos, vindo dos colonizadores espanhóis.
O simbolo asteca (caveira) junto às cores e tecidos espanhóis, nos fazem lembrar que as diferenças em vida, sejam elas raciais, sociais ou econômicas, não significam nada diante da morte.
Eu acredito que todos tem que ter consciência e respeito para com todos os paÃses e culturas. A questão é: absorva o que faz bem!
Pare para pensar sobre isso hoje, quando lembrar de seus entes que se foram!